sexta-feira, 14 de maio de 2010

Coroação de Nossa Senhora no Instituto Kairós


Coroação de Nossa Senhora no Instituto Kairós

No dia 13 de maio as 18h00 no Instituto Kairós foi realizada a Coroação de Nossa Senhora de Fátima e homenagens as mães dos alunos da Instituição.

Na abertura do evento foi lido pelos alunos o Salmo da mãe, em seguida uma valsa, balé, versos e flores. Também teve apresentações teatrais e musicais.

Após a homenagem das mães, veio a segunda parte da festa, a mais esperada “A Coroação de Nossa Senhora de Fátima” com cortejo e apresentação de todas as Nossas Senhoras, procissão dos anjos e oferta de flores.Em seguida o cerimonial da Coroação com coreografias e a entrada de uma mãe com um filho nos braços representando a Mãe Rainha, ofertório, Coroação e muito louvor.

Abertura do CEN 2010 conta com a presença de 45 mil fiéis


Abertura do CEN 2010 conta com a presença de 45 mil fiéis
Ariane Fonseca
Enviada especial a Brasília

Robson Siqueira/CN
Abertura aconteceu em um altar-monumento na Esplanada dos Ministérios
Num coro de cerca de 45 mil pessoas, Brasília recebeu na noite desta quinta-feira (13), 300 bispos e mil padres para a abertura oficial da 16ª edição do Congresso Eucarístico Nacional. O início do evento, que acontece na capital federal até domingo (16), contou com o anúncio do jubileu e uma Santa Missa presidida pelo enviado especial do Papa Bento XVI ao congresso, cardeal Dom Cláudio Hummes.

A abertura começou ao som do hino oficial do CEN 2010, seguida de um minuto de silêncio pedindo a intercessão de São João Maria Vianney por todos os sacerdotes do Brasil. Na sequência, foi apresentado aos presentes a mensagem do Papa Bento XVI para o congresso eucarístico, feita após a oração mariana do Regina Coeli deste domingo (9). “Possais todos vós, pastores e povo fiel, redescobrir que o coração do Brasil é a Eucaristia”, pediu o Sumo Pontífice.

:: Leia a mensagem na íntegra

Logo após a mensagem, o arcebispo da capital federal, Dom João Braz de Aviz, e o presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio, lançaram o selo e carimbo da série 'Brasília, sonho e realidade'.

Na homília, Dom Cláudio disse que o congresso será, em primeiro lugar, uma ação de graça solene e pública do povo brasileiro. "Poder sentar à mesa eucarística é a melhor oportunidade para renovar o nosso discipulado, como propõe esse congresso. Ora, sentar-se à mesa eucarística é estar em frente de Jesus e deixar-se por Ele transformar. 'Eu sou a videira e vós os ramos'. Assim, os ramos vivem da vida do tronco".

O cardeal lembrou ainda que ser um bom discípulo de Jesus leva os cristãos a serem bons missionários. "Mas para isso é preciso que sejamos muito unidos aos irmãos, porque, assim, Jesus Cristo unido ao Pai e nós unidos com Jesus e os irmãos, eis aí a unidade. Dessa unidade depende a credibilidade da Igreja. De fato, o sonho de Jesus Cristo é que a Igreja se constitua modelo de amor para toda a sociedade".

:: Leia a homília

A noite terminou com a exposição de Jesus Eucarístico e a procissão da Esplanada até a Catedral Metropolitana com o Santíssimo no papamóvel. Cerca de 150 autoridades estiveram presentes na celebração eucarística, dentre elas o vice-presidente da República, José Alencar e o governador do Distrito Federal, Rogério Rosso.

Imagem de Nossa Senhora e relíquias de Cura d'Ars

A abertura do evento contou com a presença da imagem de Nossa Senhora Aparecida, vinda de Aparecida (SP), e das relíquias de São João Maria Vianney, o santo padroeiro dos padres. A imagem da padroeira do Brasil chegou na Esplanada dos Ministérios de helicóptero e foi até o altar-monumento no papamóvel usado na visita de João Paulo II a capital do Brasil. Quem acolheu a chegada da imagem, ao som da música “Viva a Mãe de Deus e nossa”, foi padre Darci Nicioli, reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, e Dom Raimundo Damasceno, arcebispo da cidade natal da Mãe do Brasil.

Surpresas da abertura

Um coral de mil vozes, composto por fiéis das 122 paróquias de Brasília (DF), e a orquestra da Escola de Música da capital federal enriqueceram a Santa Missa de abertura do CEN 2010. A novidade foi organizada pela Comissão de Cultura e Educação do evento, coordenada pelo padre Ulisses Reis de Carvalho. O coral contou com vozes de leigos em música que ensaiaram durante dois meses para a participação no evento.

A Orquestra da Escola de Música de Brasília, composta por cerca de 30 vozes, cordas, madeiras, metais e percussão, apresentou duas pequenas peças na entrada dos bispos no altar-monumento: “Exultate” e “Jubilate”, de Vivaldi. As demais canções da celebração eucarística foram escolhidas pela equipe de Liturgia do congresso. A orquestra produziu um arranjo sinfônico para cada música.

:: Coral e orquestra enriquecem Missa de abertura do CEN 2010

Altar-monumento

A Santa Missa aconteceu em um altar-monumento, um dos maiores já montados no Brasil. O projeto procura ser um elo visual entre a história de Brasília, evocando o altar da primeira celebração eucarística presidida na cidade, no dia 20 de abril de 1960, e o hoje da capital. Na sua forma invertida, se apresenta como uma grande tenda. No centro, a rampa que nasce do meio do povo, passando pelo altar, se ergue numa torre em forma circular.

Coordenado pela arquiteta Miriam Reichert, o projeto ainda conta com as cores de sangue-ferrugem, dourado e branco – logomarca oficial do Congresso Eucarístico. O altar tem 150 metros de largura e 23 metros de altura, além de uma rampa de acesso de 30 metros de comprimento. O local contará com a presença de cardeais, arcebispos e bispos que presidirão as Missas e, nas extensões laterais, acolherá mais de dois mil sacerdotes.

Católicos entraram pela madrugada em evento religioso no santuário português de Fátima; igreja interpretou ato como uma mensagem de apoio

Um total de 500 mil pessoas de todas as partes do mundo entraram pela madrugada nesta quinta-feira (13) na missa celebrada pelo Papa Bento 16 na esplanada de Fátima, em Portugal. O padre Manuel Morujo, porta-voz da Igreja Católica de Portugal, disse que o número é um recorde para o santuário.

Ao mesmo tempo, a Igreja Católica lida com um desgaste em sua imagem devido a uma onda de denúncias de pedofilia.

Agora, o papa repete a dose em Portugal, país com grande número de católicos romanos, e pouco se mencionou sobre a pedofilia em sua viagem, ofuscada até por brincadeiras como a “polêmica” dos sapatos papais.

O número de católicos que compareceu a Fátima supera os 400 mil do ano 2000, quando João Paulo 2º visitou o santuário e beatificou dois dos três pequenos pastores, Jacinta e Francisco, a quem aVirgem apareceu em 13 de maio de 1917.

Morujo disse que a presença de uma multidão tão grande no emblemático santuário representa uma mensagem de apoio a Bento XVI em um momento difícil justamente devido aos escândalos de pedofilia em vários países.

- Os católicos sabem distinguir entre os casos de pedofilia e a enorme maioria dos padres.

France press

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é a designação pela qual é conhecida, na Igreja, a Virgem Maria, mãe de Jesus Cristo. Segundo a história, as aparições de fátima ocorreram durante seis meses seguidos para três crianças em Fátima, localidade portuguesa, em 1917. A aparição é associada também a Nossa Senhora do Rosário, ou a combinação dos dois nomes, dando origem a "Nossa Senhora do Rosário de Fátima", pois, segundo os relatos, "Nossa Senhora do Rosário" teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se haveria identificado, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.

A HISTÓRIA DAS APARIÇÕES

Três crianças, Lúcia de Jesus dos Santos (de 10 anos), Francisco Marto (de 9 anos) e Jacinta Marto (de 7 anos), afirmaram ter visto Nossa Senhora no dia 13 de Maio de 1917 quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Aljustrel, pertencente ao concelho de Ourém, Portugal.

Segundo relatos posteriores aos acontecimentos, por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, as crianças teriam visto uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo depois, outro clarão teria iluminado o espaço. Nessa altura, teriam visto, em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol".


Segundo os testemunhos recolhidos na época, a senhora disse às três crianças que era necessário rezar muito e que aprendessem a ler. Convidou-as a voltarem ao mesmo sítio no dia 13 dos próximos cinco meses. As três crianças assistiram a outras aparições no mesmo local em 13 de junho, 13 de julho e 13 de setembro. Em agosto, a aparição ocorreu no dia 19, no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque as crianças tinham sido levadas para Vila Nova de Ourém pelo administrador do Concelho no dia 13 de agosto.

A 13 de outubro, estando presentes na Cova da Iria cerca de 50 mil pessoas, Nossa Senhora teria dito às crianças: "Eu sou a Senhora do Rosário" e teria pedido que fizessem ali uma capela em sua honra (que atualmente é a parte central do Santuário de Fátima). Muitos dos presentes afirmaram ter observado o chamado milagre do sol, prometido às três crianças em julho e setembro. Segundo os testemunhos recolhidos na época, o sol, assemelhando-se a um disco de prata fosca, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra. Tal fenómeno foi testemunhado por muitas pessoas, até mesmo distantes do lugar da aparição. O relato foi publicado na imprensa por vários jornalistas que ali se deslocaram e que foram testemunhas do fenómeno. Contudo, há testemunhos de pessoas que afirmaram nada ter visto, como é o caso do escritor António Sérgio, que esteve presente no local e testemunhou que nada se passara de extraordinário com o sol, e do militante católico Domingos Pinto Coelho, que escreveu na imprensa que não vira nada de sobrenatural. Entretanto, testemunhas da época disseram que o facto não aconteceu com o sol (este ficou do mesmo tamanho) mas sim que, no lugar onde Nossa Senhora apareceu para os pastores, deu-se uma luminosidade tão intensa que ninguém conseguiu ficar com os olhos abertos, ninguém conseguiu ver Nossa Senhora, apenas os três pastores.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa doroteia, Nossa Senhora ter-lhe-á aparecido novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13 para 14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração.

Anos mais tarde, Lúcia contou ainda que, entre abril e outubro de 1916, teria já aparecido um anjo aos três pastorinhos, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência, e afirmando ser o "Anjo de Portugal".

A devoção a nossa Senhora tornou-se popular no mundo inteiro, e hoje o santuário em Fátima é um local visitado por todos os devotos de Nossa Senhora.

terça-feira, 11 de maio de 2010

As Diretrizes da Evangelização é prorrogada por mais 4 anos





As atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), em vigor até a próxima assembleia da CNBB, serão prorrogadas por mais quatro anos, a partir de 2011. A proposta, apresentada pela Comissão responsável pela condução deste tema, foi aprovada por 161 votos, contra 102 que queriam a elaboração de novas diretrizes.

As Diretrizes são um documento que serve de base para as dioceses elaborarem seus planos de pastoral e dá as linhas da ação evangelizadora da Igreja no Brasil, buscando a unidade e a comunhão pastoral. Elaboradas a cada quatro anos, são aprovadas nas assembleias em que é eleita a Presidência da CNBB, a quem cabe acompanhar a aplicação do documento.

Fonte: Assessoria de Imprensa CNBB

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Síntese dos boletins 4 e 5 da 48ª Assembléia Geral da CNBB 2010

No dia 7 de maio, à noite, aconteceu a tradicional celebração ecumênica com representantes de diversas Igrejas Cristãs. Na foto acima o Pároco de Ipu e Administrador da Diocese de Sobral. A cerimônia foi presidida pelo arcebispo de Montes Claros (MG) e presidente da Comissão Episcopal para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso da CNBB, dom José Alberto Moura e coordenada pelo padre Elias Wolff, assessor da CNBB nesta comissão.

A homilia foi feita pelo presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), pastor sinodal Carlos Möller, que destacou o ecumenismo da atual Campanha da Fraternidade e a união entre as Igrejas.

Contente com o novo momento de formação dos padres no Brasil, o bispo de Santarém (PA), dom Esmeraldo Barreto de Farias, afirmou que a Igreja Católica no país “começa a formar padres missionários” a partir das novas Diretrizes para a Formação Presbiteral para a Igreja no Brasil, documento que substitui seu antecessor, que vigorou entre os anos de 1995 e 2009. “Nosso

novo documento se preocupa com a vida das pessoas da atualidade, com o padre de hoje e com a missionariedade. Foi por isso que recebemos tantos elogios ao novo documento, da Congregação para a Educação Católica, em Roma”, comemorou.

Dom Esmeraldo deu um exemplo do aprofundamento do novo Documento para a formação presbiteral. “Ele (o padre) não vai para lá na comunidade para viver sozinho, mas para conviver, partilhar na formação dos conselhos comunitários e pastorais das comunidades”, disse.

Os bispos que participam da 48ª Assembléia Geral da CNBB fizeram uma pausa nos trabalhos neste domingo, 9, e se recolheram para oração, no Santuário dom Bosco. As mães de todo o Brasil receberam neste domingo, 9, Dia das Mães, uma homenagem dos mais de 300 bispos que participam da 48ª Assembléia Geral da CNBB, em Brasília (DF). No Santuário Dom Bosco, às 11h, os religiosos rezaram uma missa para todas as mães. A celebração foi presidida pelo arcebispo de Londrina (PR), dom Orlando Brandes, que é também presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB.

Dom Orlando enalteceu a missão das mães por quem a Igreja tem “muito carinho”. “Quanto carinho da Igreja pela família, que é reflexo da Santíssima Trindade”, disse o arcebispo.


domingo, 9 de maio de 2010

Festa de Santa Luisa de Marillac Alto dos 14 (27/04/2010 a 09/05/2010)


Festa de Santa Luisa de Marillac

Alto dos 14

(27/04/2010 a 09/05/2010)

Teve início no dia 27 de abril, os festejos de Santa Luísa de Marillac. Durante as novenas, que foram até o dia 05 de maio, pudemos conhecer um pouco mais sobre a vida desta santa e seu trabalho de amor junto aos mais pobres.

As missas festivas tiveram início no dia 06 de maio e vão até 09, dia das Mães. Uma data muito significativa para comemorar Santa Luísa, que foi um exemplo de dedicação materna.

A comunidade do Alto dos 14, Boa Vista, Cafute e Mina, tem se reunido timidamente durante estes dias de festejo, entendemos que é mês de maio, e que Maria Santíssima tem uma atenção especial neste período, porém, sentimos que a comunidade precisa despertar ainda para o fato de que é muito importante a participação de todos na construção de uma comunidade mais compromissada com o Reino de Deus.

No penúltimo dia de novena, nos sentimos mais felizes pois o número de fieis em torno do altar estava muito maior, e acreditamos que irá ficar melhor ainda no encerramento das festividades.

Segue um pouco da história de Santa Luísa de Marillac.

Luísa nasceu em Paris, no dia 12 de agosto de 1591, no seio da Família Marillac, no reinado de Luís XIII, sua família fazia parte da nobreza.

Ficou sem a mãe aos três anos de idade, e seu pai a colocou no mosteiro real, onde estudou por muito tempo. O pai de Luísa era nobre, mas provavelmente a mãe era pobre, por isso o pai não podia ter casado, a sociedade da época não permitia. Luís de Marillac casou com uma mulher viúva, que já tinha três filhos. Supõe-se que a viúva não aceitou a menina, por isso ela foi para um mosteiro, mas o pai sempre ia visitá-lo, a amava muito.

Aos 13 anos, ela foi retirada do mosteiro e colocada em um pensionato, pois o pai estava passando por momentos difíceis e o pensionato era mais vara\to. Lá Luísa aprendeu os trabalhos domésticos.

Em 1604, ela perde seu pai.

Luísa queria muito ser religiosa, mas tinha uma saúde frágil e era filha natural (os pais não eram casados) e só podia se consagrar a Deus quem era nascida dentro de um casamento.

No dia 5 de fevereiro de 1613 casa com Antonio Le Gras. No mesmo ano, no dia 18 de outubro, nasce seu filho, Miguel, prematuro de 7 meses. Um filho que lhe deu muito trabalho. Era um menino de comportamento difícil.

O marido de Luísa ficou muito doente, e ela ficou muito abatida e melancólica, chegando mesmo a pensar em abandoná-lo. E, entrando na Igreja São Nicolau dos Campos, em 4 de junho de 1623, pediu a Deus que a iluminasse nesse momento difícil de sua vida, e eis que viu uma luz no seu caminho escuro, a luz de Pentecostes, foi no dia de Pentecostes. Depois desta luz divina, Luísa acalmou seu espírito e assumiu a doença de seu marido até a morte. Fica viúva em 21 de dezembro de 1625, e novamente entra em estado depressivo, é quando conhece o Pe. Vicente de Paulo, que a ajuda a criar o filho, e a leva para as confrarias da caridade. Luísa saiu de sua melancolia quando começou o trabalho de visita aos pobres.

São Vicente, vendo a preocupação de Luísa com seu filho lhe diz certa vez: “A senhora parece ter mais ternura que todas as mães que conheço... Jamais vi uma mãe tão grandemente mãe quanto a senhora. Não é tão mulher assim em todas as coisas. Em nome de Deus, deixe seu filho aos cuidados do Pai celeste, que o ama mais que a senhora, ou, pelo menos, deixe de angustiar-se”. São Vicente, tentava assim, fazê-la viver sem tantas preocupações com o filho, este logo casou e lhe deu uma neta, o que a fez ficar mais tranqüila e dedicar-se mais ao trabalho com os pobres.

Mais tarde, São Vicente a colocou como coordenadora dos trabalhos da confraria, logo percebeu sua organização e soube aproveitar muito bem essa sua qualidade. Luísa reunia outras senhoras para ajudá-la no trabalho, e passou a dedicar-se sempre mais a cada dia nesse ofício. Ela já não vivia para si, mas para o pobre, mesmo tendo uma saúde frágil, nunca deixou que isso fosse um obstáculo para cumprir sua missão.

Faleceu no dia 15 de março de 1660, este ano comemoramos o seu 350º aniversário de morte.

Gorette Timbó